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WILLIAM FORLAN: DO ALGORITMO AO TAPETE VERMELHO

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De Itabuna para Beverly Hills, o diretor, editor, roteirista e criador de conteúdo transformou a inteligência artificial em uma nova linguagem para o audiovisual. Aos 30 anos, William Forlan reúne uma década de carreira, mais de 200 milhões de visualizações em sua trajetória digital, criações envolvendo grandes nomes da música e do esporte e um convite para receber um reconhecimento internacional.

Por: Redação Paulo Martins
Fotos: Divulgação | Arte criada com inteligência artificial

Antes de aprender a dirigir ferramentas de inteligência artificial, William Forlan precisou dominar uma tecnologia ainda mais imprevisível: a atenção do público.

Em uma internet na qual milhões de vídeos disputam o mesmo espaço todos os dias, não basta ter uma boa câmera, conhecer um programa de edição ou acompanhar a tendência do momento. É necessário compreender o comportamento das pessoas, construir uma narrativa em poucos segundos e encontrar uma forma de transformar uma ideia simples em algo que o público queira assistir, comentar e compartilhar.

William aprendeu isso na prática.

Natural de Itabuna, no sul da Bahia, ele construiu sua trajetória longe dos grandes estúdios e dos centros tradicionais da indústria audiovisual. Começou produzindo vídeos para a internet, encontrou no humor uma linguagem própria e transformou a criação de conteúdo em profissão.

Hoje, aos 30 anos, atua como diretor, editor, roteirista e criador de conteúdo, utilizando inteligência artificial para desenvolver personagens, cenários e histórias ultrarrealistas.

Sua trajetória conecta dois mundos que, até pouco tempo atrás, pareciam distantes: a criatividade popular brasileira e as ferramentas tecnológicas que estão transformando o cinema, a publicidade, a música e o entretenimento mundial.

UMA CARREIRA CONSTRUÍDA ANTES DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A história de William Forlan não começou com um comando de texto ou com uma imagem criada por computador.

Em 2016, ele começou a produzir vídeos de humor para o YouTube, explorando situações cotidianas e elementos da cultura baiana. Dois anos depois, ao perder o emprego, decidiu dedicar-se de forma mais intensa à criação de conteúdo. Com o apoio da mãe, transformou uma atividade que inicialmente funcionava como passatempo em sua principal profissão.

A decisão envolvia um risco real. Naquele momento, viver exclusivamente das redes sociais ainda era uma possibilidade incerta para a maioria dos criadores brasileiros, especialmente fora dos grandes centros.

William, porém, permaneceu produzindo.

A internet se tornou sua escola de roteiro, direção, interpretação e edição. Cada vídeo representava um teste. Cada reação do público ajudava a revelar o que funcionava, o que precisava ser corrigido e quais formatos tinham maior capacidade de gerar identificação.

Foi assim que ele desenvolveu uma das competências mais valiosas da economia criativa contemporânea: entender rapidamente o público sem perder a própria identidade.

OS VÍDEOS QUE CONQUISTARAM MILHÕES

Uma das fases mais importantes de sua trajetória aconteceu ao lado de Kelvin Sabino, conhecido como Kelvão.

A dupla ganhou projeção ao produzir continuações humorísticas para vídeos de pequenos acidentes e situações inesperadas encontrados na internet. William e Kelvão observavam uma cena já conhecida pelo público e imaginavam o que poderia ter acontecido depois.

O formato exigia interpretação, continuidade, edição e timing de humor. Antes de utilizar qualquer vídeo, eles também procuravam verificar se as pessoas envolvidas não haviam sofrido consequências graves, evitando produzir comédia a partir de situações trágicas.

Em 2023, o SBT apresentou William e Kelvão no especial “Famosos da Internet Melhores do Ano”, exibido no Programa Eliana. Na ocasião, a emissora informou que cada um havia alcançado aproximadamente 1 milhão de seguidores no Instagram e que os vídeos da dupla já haviam ultrapassado a marca de 200 milhões de visualizações.

Mais do que um número expressivo, a marca demonstrou que um criador de Itabuna poderia produzir conteúdos capazes de circular nacionalmente e atravessar as barreiras regionais.

William havia encontrado uma linguagem compreensível para milhões de pessoas.

QUANDO CRIATIVIDADE TAMBÉM SE TRANSFORMA EM NEGÓCIO

A audiência abriu novas portas.

Ao longo de sua carreira, William passou a participar de projetos e ações publicitárias envolvendo marcas como Netflix, Burger King e Petrobras. A entrada de grandes empresas em seu portfólio representou uma validação comercial de sua capacidade de unir criatividade, entretenimento e comunicação de marca.

Seu método permanece baseado em uma lógica aparentemente simples: conteúdos autorais, atuais, diretos e sem excesso de informação.

Por trás da simplicidade, entretanto, existe um processo cuidadoso. William observa tendências, identifica comportamentos, escreve, grava, interpreta e edita. O resultado precisa parecer espontâneo, mesmo quando envolve planejamento e diferentes etapas de produção.

“Quando começo a fazer algo, tenho o objetivo de ir longe”, afirmou o criador ao falar sobre sua trajetória.

O crescimento também trouxe uma compreensão maior sobre responsabilidade social. Desde 2019, William mantém um grupo beneficente responsável por promover ações em sua região, defendendo que a influência digital também deve ser utilizada para gerar impacto positivo fora das telas.

QUANDO O SER HUMANO COMEÇOU A IMITAR A MÁQUINA

A inteligência artificial entrou na carreira de William de uma maneira inesperada.

Antes de se consolidar como ferramenta central de seus vídeos, a IA virou personagem de seu humor.

Ao estudar produções geradas artificialmente, William percebeu padrões recorrentes: expressões exageradas, movimentos robóticos, objetos que desapareciam, falas dessincronizadas e mudanças de cena sem lógica aparente.

Em vez de apenas reproduzir vídeos utilizando tecnologia, ele decidiu fazer o caminho inverso.

William passou a utilizar o próprio corpo para imitar os defeitos e comportamentos dos personagens criados por inteligência artificial. O resultado foi tão convincente que muitos seguidores começaram a perguntar se estavam assistindo a um vídeo real ou a uma produção gerada por computador.

Dois desses conteúdos somaram quase 10 milhões de visualizações em apenas quatro dias entre Instagram e TikTok. Um deles alcançou aproximadamente 4,5 milhões de visualizações no TikTok e quase 3 milhões no Instagram.

A pergunta se espalhou pelas redes:

Era inteligência artificial ou William Forlan imitando inteligência artificial?

O sucesso demonstrou algo importante. William não estava apenas acompanhando uma ferramenta em evidência. Ele havia compreendido a estética, os defeitos e o comportamento da tecnologia antes de grande parte do público.

Antes de usar a IA para imitar seres humanos, ele usou a interpretação humana para imitar a IA.

DA PARÓDIA À CRIAÇÃO DE UNIVERSOS ULTRARREALISTAS

Depois de transformar os erros da inteligência artificial em humor, William aprofundou seus estudos sobre geração de imagens, vídeos, personagens e cenários.

A tecnologia deixou de ser apenas tema e passou a fazer parte do processo de produção.

Seu trabalho começou a combinar roteiro, direção, montagem, criação visual, animação, sincronização, efeitos, desenho de som e edição. A partir dessa integração, William passou a desenvolver histórias nas quais pessoas conhecidas poderiam aparecer em ambientes e situações que seriam difíceis, caras ou até impossíveis de produzir por meio de uma gravação convencional.

O resultado não depende apenas da qualidade da ferramenta.

Produzir uma narrativa com IA exige uma sequência de decisões humanas. É necessário escolher o conceito, definir a aparência dos personagens, gerar diferentes versões, manter continuidade entre as cenas, corrigir inconsistências e selecionar as imagens que realmente contribuem para a história.

A inteligência artificial oferece possibilidades. A direção decide quais delas merecem chegar ao público.

É por isso que a definição mais precisa para o trabalho de William não é apenas “usuário de inteligência artificial”.

Ele atua como especialista na aplicação criativa da inteligência artificial ao audiovisual.

JOÃO GOMES COMO PROTAGONISTA DE UMA NOVA LINGUAGEM

João Gomes ocupa uma posição central nessa nova fase.

O cantor tornou-se protagonista de uma produção em que aparece ao lado de Natanzinho Lima e Léo Santana dentro de uma história criada com inteligência artificial.

Na narrativa, João Gomes e Natanzinho tentam entrar escondidos na propriedade de um rei para colher mangas. Eles são descobertos pelo personagem inspirado em Léo Santana, que começa a perseguir a dupla. A aventura termina quando os dois são lançados justamente sobre a árvore que havia motivado toda a confusão.

A produção acumulou mais de 300 mil curtidas, além de milhares de comentários e compartilhamentos. João Gomes, Natanzinho Lima e Léo Santana reagiram publicamente, entraram na brincadeira e estimularam a criação de novas histórias.

O caso demonstrou que a inteligência artificial pode ser utilizada não apenas para reproduzir a aparência de um artista, mas para transformá-lo em personagem de um universo narrativo.

João Gomes representa uma geração que construiu sua carreira simultaneamente nos palcos e nas plataformas digitais. Sua música, sua identidade nordestina e sua comunicação espontânea tornam sua imagem especialmente forte para conteúdos que combinam cultura popular, humor e tecnologia.

William percebeu essa força e a transformou em história.

OS ARTISTAS DENTRO DO UNIVERSO CRIATIVO DE WILLIAM

Além de João Gomes, o portfólio apresentado à ELITH inclui criações digitais envolvendo Natanzinho Lima, Léo Foguete, Henry Freitas, Mari Fernandez e Acelino “Popó” Freitas.

Cada nome oferece possibilidades narrativas diferentes.

Natanzinho Lima possui uma comunicação espontânea e bem-humorada, que se conecta naturalmente a situações fictícias e aventuras digitais.

Léo Foguete representa uma geração de artistas cuja projeção acontece de maneira acelerada por meio das plataformas, dos vídeos curtos e da circulação digital da música.

Henry Freitas reúne performance, presença visual e identidade artística, elementos que podem ser ampliados em ambientes construídos com IA.

Mari Fernandez leva para esse universo a força feminina da nova música popular brasileira, combinando canções, imagem e uma relação próxima com o público.

Acelino “Popó” Freitas amplia o campo de atuação para além da música. Tetracampeão mundial de boxe, o atleta carrega uma imagem associada à força, à superação e à origem popular. (Sesport)

Nas criações de William, essas personalidades deixam de aparecer apenas como figuras conhecidas e passam a atuar como personagens de pequenas produções cinematográficas.

O cantor pode protagonizar uma aventura. O atleta pode ser transformado em herói. Uma música pode ganhar um universo próprio. Uma colaboração pode começar dentro de uma narrativa digital antes de chegar ao palco.

IA, MÚSICA E ENTRETENIMENTO

A inteligência artificial está criando uma nova categoria de conteúdo para a indústria musical.

Durante muitos anos, a divulgação de um artista esteve concentrada em videoclipes, entrevistas, programas de televisão e campanhas publicitárias. Com as plataformas digitais, esse modelo foi ampliado por desafios, memes, bastidores, transmissões ao vivo e vídeos verticais.

A IA adiciona uma nova camada.

Agora, o artista pode ser inserido em histórias episódicas, animações, universos fantásticos, aventuras cinematográficas e conteúdos personalizados para lançamentos, shows e campanhas.

Essa transformação abre oportunidades comerciais relevantes.

Um projeto pode começar como vídeo para redes sociais e evoluir para uma série curta, uma campanha de marca, um personagem licenciado ou uma experiência interativa. Os conteúdos também podem ser adaptados para diferentes países, idiomas e formatos.

O desafio de William, a partir de agora, é transformar a repercussão já conquistada em ativos de longo prazo.

Mais do que produzir vídeos isolados, existe a possibilidade de desenvolver formatos recorrentes, propriedades intelectuais, parcerias oficiais com artistas, campanhas autorizadas e universos narrativos difíceis de copiar.

A ferramenta de IA pode estar disponível para milhares de pessoas. O repertório, o timing, a direção e a compreensão do público permanecem diferenciais humanos.

O ENCONTRO COM A OPENAI EM SÃO PAULO

A expansão de seu trabalho com inteligência artificial também aproximou William do ecossistema responsável pelo desenvolvimento dessas tecnologias.

Em 2026, a OpenAI realizou em São Paulo o primeiro Creators Day de sua história. Segundo informações encaminhadas à ELITH, William Forlan esteve presente no encontro como convidado.

O evento reuniu criadores interessados em explorar novas formas de expressão utilizando texto, imagem, vídeo, voz e música.

A própria OpenAI apresentou o Creators Day como parte de um esforço de longo prazo para se aproximar da comunidade brasileira, ouvir suas necessidades e apoiar profissionais que estão desenvolvendo novas linguagens e negócios criativos com inteligência artificial.

Para William, a participação teve um significado especial.

O criador que iniciou sua trajetória produzindo vídeos de humor em Itabuna agora estava dentro de um ambiente dedicado a discutir o futuro da tecnologia criativa.

Não apenas como espectador de uma transformação, mas como alguém que já utiliza essas ferramentas para construir audiência, narrativas e entretenimento.

O CONVITE DE FREDERICO LAPENDA, POR INTERMÉDIO DO DIRETOR PAULO MARTINS

O próximo capítulo leva essa história para o cenário internacional.

Segundo informações fornecidas à Paulo Martins , William Forlan foi convidado pelo produtor e cineasta Frederico Lapenda para receber uma premiação em Beverly Hills, em reconhecimento ao trabalho que vem desenvolvendo no audiovisual com inteligência artificial.

Lapenda é presidente do júri o Grand Jury do Beverly Hills Film Festival e possui quase 30 anos de atuação na indústria do entretenimento. Sua trajetória inclui a produção de filmes, documentários, comerciais, videogames e eventos ligados às artes marciais. (Beverly Hills Film Festival)

O convite possui uma conexão direta com o momento vivido pelo cinema

Na edição de 2026, o Beverly Hills Film Festival colocou a inteligência artificial no centro de um de seus principais painéis. Com o tema “AI as the New Steam Engine: The Second Industrial Revolution?”, o encontro discutiu como a IA está alterando o desenvolvimento, o financiamento, a direção e a produção de histórias.

O painel foi moderado pelo próprio Frederico Lapenda. (Beverly Hills Film Festival)

A comparação com a máquina a vapor não foi casual. Assim como a primeira Revolução Industrial transformou a produção física, a inteligência artificial começa a alterar a produção criativa.

É exatamente nesse momento que William se aproxima de Beverly Hills.

Seu trabalho nasce nas redes sociais, dialoga com a música popular brasileira e chega ao ambiente em que profissionais do cinema internacional discutem se a IA será apenas mais uma ferramenta ou uma transformação estrutural da indústria.

Os detalhes oficiais da homenagem serão apresentados oportunamente, mas o convite já representa um novo patamar de reconhecimento para sua trajetória.

O FUTURO EXIGE CRIATIVIDADE E RESPONSABILIDADE

Quanto mais realistas se tornam as produções de inteligência artificial, maior é a responsabilidade de quem utiliza a tecnologia.

Conteúdos envolvendo artistas, atletas e personalidades públicas exigem transparência, respeito à identidade artística e atenção aos direitos de imagem.

A capacidade de produzir algo tecnicamente possível não significa automaticamente que todo uso será adequado.

Para que o mercado avance de maneira sustentável, será necessário diferenciar claramente conteúdos autorais, paródias, campanhas autorizadas e colaborações oficiais.

Essa responsabilidade também representa uma oportunidade.

Criadores que souberem combinar inovação, ética, contratos, autorização e direção artística poderão construir relações mais duradouras com artistas e marcas.

William entra nessa fase com um ativo importante: a experiência acumulada antes da IA.

Ele conhece a linguagem das redes, compreende o ritmo do humor, sabe editar, interpreta, escreve roteiros e já demonstrou capacidade de alcançar milhões de pessoas.

A tecnologia amplia seu alcance, mas não substitui aquilo que ele construiu ao longo de uma década.

DE ITABUNA PARA BEVERLY HILLS

A trajetória de William Forlan representa uma mudança maior na própria indústria audiovisual.

Durante décadas, produzir imagens cinematográficas exigia grandes estruturas, equipamentos caros e equipes numerosas. A internet reduziu algumas dessas barreiras. A inteligência artificial está reduzindo outras.

Isso não significa que criatividade e talento tenham se tornado menos importantes.

Ao contrário.

Quando todos passam a ter acesso a ferramentas semelhantes, o diferencial deixa de ser apenas técnico. Passa a depender da capacidade de desenvolver uma linguagem própria, compreender a cultura, dirigir personagens e criar histórias que façam sentido para o público.

William começou fazendo a internet rir de situações reais.

Depois, transformou os defeitos da inteligência artificial em performance humana.

Agora, utiliza a própria tecnologia para criar universos nos quais música, esporte, humor e cinema se encontram.

De João Gomes a Natanzinho Lima. De Léo Foguete a Henry Freitas. De Mari Fernandez ao tetracampeão Acelino “Popó” Freitas. De um evento da OpenAI em São Paulo ao reconhecimento ligado ao universo do Beverly Hills Film Festival.

Aos 30 anos, William Forlan vive a fase mais ambiciosa de sua carreira.

Sua história começou em Itabuna, conquistou milhões de telas e agora se aproxima do tapete vermelho.

A máquina pode gerar a imagem.

Mas a direção da história continua sendo humana.


“A inteligência artificial oferece possibilidades. O olhar humano decide quais delas merecem se transformar em histórias.”

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O curso Realismo com IA, de William Forlan, foi desenvolvido para quem deseja aprender a utilizar a inteligência artificial na criação de imagens, vídeos, personagens, influenciadores virtuais e conteúdos digitais.

Você poderá conhecer técnicas e possibilidades para transformar ideias em produções visuais, desenvolver projetos criativos e utilizar a inteligência artificial como ferramenta de trabalho, comunicação e geração de oportunidades.

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Acompanhe William Forlan no Instagram e veja seus vídeos, projetos, bastidores e conteúdos sobre inteligência artificial:

Instagram @williamforlan

Siga também a ELITH Magazine:

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Em nome da ELITH Magazine, agradecemos a William Forlan por compartilhar sua trajetória, seu conhecimento e sua visão sobre o futuro da criação audiovisual.

Que esta edição especial alcance milhares de pessoas e incentive novos criadores, profissionais e empreendedores a utilizarem a inteligência artificial com criatividade, responsabilidade e propósito.

A história de William mostra que não importa de onde você começa. Quando talento, estudo, persistência e tecnologia se encontram, uma ideia pode sair do interior da Bahia, conquistar milhões de pessoas e chegar aos grandes palcos do entretenimento internacional.

“O futuro não será construído apenas pelas máquinas, mas pelas pessoas que souberem dirigir o poder delas.”
Paulo Martins

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Vamos juntos preparar uma nova geração de criadores para o futuro.

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